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Interesses em Jogo na Eleição Indireta do Rio de Janeiro

Por Autor Redação TNRedação TN
21/01/2026 17h18

Mobilização por mandato-tampão no Rio envolve Lula, Castro, Paes e Flávio Bolsonaro, discutindo interesses distintos.. Reprodução: Oglobo

Interesses em Jogo na Eleição Indireta do Rio de Janeiro

Movimentações políticas no Rio de Janeiro destacam interesses divergentes entre Lula, Flávio Bolsonaro, Cláudio Castro e Eduardo Paes em torno da eleição indireta para um mandato-tampão na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Enquanto Paes e Castro tentam eleger Nicola Miccione, o Planalto apoia André Ceciliano, do PT. Flávio Bolsonaro busca um nome de direita para fortalecer seu palanque em 2026, criando um cenário de tensão política e alianças voláteis.

A possibilidade de eleição indireta na Alerj para um mandato-tampão vem mobilizando os governos federal, estadual e municipal nos últimos dias. O prefeito Eduardo Paes (PSD), que na segunda-feira anunciou sua pré-candidatura ao Palácio Guanabara, e o governador Cláudio Castro (PL), que deve buscar o Senado e abrir a vaga para um interino escolhido pelos deputados estaduais, haviam feito um acordo para tentar eleger o chefe da Casa Civil, Nicola Miccione, na Alerj, mas dois movimentos em Brasília atrapalharam os planos.

O Palácio do Planalto ameaça patrocinar a candidatura ao cargo do ex-presidente da Alerj André Ceciliano (PT), atual secretário de assuntos legislativos do Ministério das Relações Institucionais. Já o senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato a presidente, quer um palanque forte no estado e deseja eleger para o mandato interino o nome da direita que disputará o governo em outubro com seu apoio. O deputado estadual licenciado Douglas Ruas — hoje secretário das Cidades de Castro e filho do prefeito de São Gonçalo, Capitão Nelson (PL) — é o mais cotado para assumir a missão.

Desde a semana passada, a candidatura de Ceciliano vem ganhando força na Alerj com o apoio do presidente afastado Rodrigo Bacellar (União) e de tradicionais caciques da política fluminense, como os ex-governadores Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão (MDB) e o ex-deputado Paulo Melo (MDB), que também já comandou o Legislativo. O petista calcula ter entre 25 e 29 votos na Assembleia dentre os 70 disponíveis. A conta inclui parte do Centrão fluminense e da esquerda, hoje insatisfeita com os seguidos flertes de Paes com a direita.

Conforme mostrou a Jogo Político na última quinta-feira, Lula ficou irritado com a entrevista de dezembro do vice-prefeito Eduardo Cavaliere (PSD) ao O Globo, na qual ele chamou de "lero-lero" os discursos do presidente sobre segurança pública. Na época, o petista havia criticado a operação policial que matou 121 pessoas nos Complexos do Alemão e da Penha. As falas de Cavaliere foram tema do encontro privado entre Lula e Paes na terça-feira passada, em que o prefeito jurou lealdade ao petista nas eleições. O PT, no entanto, desconfia da promessa.

Cálculos estratégicos têm sido feitos para atrapalhar os planos do prefeito. Dos seis deputados petistas na Alerj, dois são ligados ao vice-presidente nacional do PT e prefeito de Maricá, Washington Quaquá, hoje rival de Ceciliano e ligado a Paes: sua ex-mulher Zeidan e Renato Machado. Além disso, Paes aposta nas relações mantidas com presidentes nacionais de partidos para que deputados não votem em Ceciliano. O deputado federal do PDT, Max Lemos, tem apoiado Ceciliano na articulação pela candidatura.

Na terça-feira (20), Paes voltou a alfinetar o petista, questionando: "Quem é André Ceciliano? É político? Ou é um personagem da cidade do Rio de Janeiro?" — disse na missa de homenagem a São Sebastião, padroeiro do Rio.

Para que Ceciliano seja competitivo, será preciso atrair a federação composta por União Brasil e PP, hoje com 15 deputados na Alerj. Paes tem investido nas conversas com figuras do PP a fim de trazer o partido para sua órbita. Com pouca influência na Alerj — o PSD tem apenas seis parlamentares na Casa —, Paes se movimenta também para impedir a candidatura de Douglas Ruas ao mandato-tampão.

Flávio Bolsonaro já avisou que atuaria por meio dos presidentes nacionais dos partidos para eleger o governador interino. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro falou a Cláudio Castro que não abre mão do cenário em que seu candidato a governador de outubro assuma o estado de maneira interina.

Cláudio Castro ainda não desistiu de emplacar Nicola Miccione na eleição indireta, ressaltando a importância de ter um quadro técnico na máquina, tendo em vista os desafios fiscais do estado em 2026. Em dezembro, o orçamento aprovado pela Alerj para este ano prevê um déficit de R$ 18,9 bilhões.

A possibilidade de uma eleição indireta começou a se desenhar em maio do ano passado, quando Thiago Pampolha, vice de Castro, foi nomeado conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE). O plano original de que Bacellar se tornasse o governador interino e pudesse concorrer em outubro foi implodido ao longo do segundo semestre, levando a uma série de desentendimentos e mudanças nas estratégias políticas.

Pela lei, o presidente do Tribunal de Justiça, Ricardo Couto, assumirá o governo após a renúncia de Castro e terá até trinta dias para convocar as eleições indiretas. A votação é aberta, e as chapas terão que ser inscritas com nomes de candidato e vice.

Tags: Política no Rio de Janeiro, Eleições Indiretas, ALERJ, Lula e Bolsonaro, Sucessão Governamental Fonte: oglobo.globo.com

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