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  3. Feminicídio

Tenente-coronel é preso por feminicídio após mensagens perturbadoras

Por Autor Redação TNRedação TN
21/03/2026 03h19

Coronel exigia que a esposa fizesse sexo com ele, alegando ser o provedor, segundo denúncia. Reprodução: G1

Tenente-coronel é preso por feminicídio após mensagens perturbadoras

Mensagens analisadas pela polícia revelam as dinâmicas de controle e violência que levaram ao assassinato de Gisele Alves, uma soldado da Polícia Militar de São Paulo. O tenente-coronel Geraldo Neto está detido acusado de feminicídio e fraude processual após a morte trágica da esposa, que ocorreu no dia 18 de fevereiro, quando ela foi baleada em seu apartamento no Brás, Centro de São Paulo.

A investigação demonstrou que Geraldo Neto não aceitava o divórcio e submetia Gisele a um intenso controle psicológico, financeiro e sexual. Mensagens trocadas por WhatsApp entre o casal, que foram analisadas pela Polícia Civil, evidenciam a exigência por parte de Geraldo de que Gisele mantivesse relações sexuais com ele, justificando sua demanda ao afirmar que era o “provedor” do lar.

Em uma das mensagens, Geraldo afirmou: “Casamento é uma via de mão dupla. Eu contribuo com o dinheiro, sou o provedor. Você contribui com carinho, atenção, amor e sexo.” Um importante detalhe é que esta mensagem foi enviada apenas 15 dias antes do crime, o que, segundo o Ministério Público (MP), sugere um ambiente carregado de ciúme e controle.

Após Gisele manifestar a intenção de se separar, Geraldo respondeu de maneira ameaçadora: “Jamais! Nunca será.” Essa interação foi crucial para a construção do argumento de que Geraldo tentou impedir o divórcio até os momentos que antecederam a tragédia, mostrando um profundo desrespeito pela autonomia da esposa.

Além das mensagens, outros elementos da investigação revelaram que ele se via como um “macho alfa”, impondo regras e comportamento submisso à esposa, a quem se referia como uma “fêmea beta obediente e submissa”. Geraldo ainda estabeleceu diversas restrições sobre a vida cotidiana de Gisele, como proibições relacionadas à vestimenta e à interação social.

O Ministério Público também trouxe à tona laudos periciais que indicam que Geraldo segurou a cabeça da esposa e atirou contra ela, descartando a hipótese de suicídio. Após o crime, ele teria manipulado a cena do crime para fazer crer que Gisele havia tirado a própria vida, resultando na acusação de fraude processual.

A Justiça Militar determinou a prisão de Geraldo para assegurar a ordem pública e a disciplina da corporação, uma vez que o tenente-coronel tinha um cargo superior ao de Gisele e o crime foi cometido contra uma integrante da mesma instituição. A prisão ocorreu no dia 18 de fevereiro, e Geraldo está detido no Presídio Militar Romão Gomes, na Zona Norte de São Paulo.

Atualmente, o caso está em andamento, e a expectativa é que o feminicídio seja julgado pela Justiça comum. Caso condenado, o MP solicitou uma indenização mínima de R$ 100 mil aos familiares de Gisele. Já a defesa do tenente-coronel nega as acusações e questiona a jurisdição do caso, alegando que ele cooperou com as investigações.

This case é emblemático e ocorre num momento crucial para a discussão sobre a violência de gênero no Brasil, principalmente considerando as recentes mudanças na legislação que passaram a classificar o feminicídio como um crime autônomo, com penas compreendendo de 20 a 40 anos de prisão. Esta discussão retoma a urgência dos debates sobre a proteção e os direitos das mulheres em relações abusivas.

Tags: Feminicídio, Violência Doméstica, Polícia Militar, Judiciário, Direitos Humanos Fonte: g1.globo.com

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