MPAL promove Júri nas Escolas: cidadania contra feminicídio surpreende estudantes

Por Autor Redação TNRedação TN

Estudantes participam de simulação de Júri na Escola Estadual Ormindo Barros. Legenda da imagem. Reprodução: Retorno do item 11

Nesta edição, o Ministério Público do Estado de Alagoas promoveu a ação educativa “Júri nas Escolas: Cidadania e Tutela da Vida” na Escola Estadual Ormindo Barros, em Santana do Ipanema, reunindo estudantes do ensino médio para uma abordagem prática sobre um caso de feminicídio. O objetivo é conscientizar os jovens sobre a prevenção da violência contra a mulher e a importância da participação cidadã no Tribunal do Júri.

A atividade reuniu estudantes do ensino médio e permitiu uma leitura prática de um caso de feminicídio, com foco em demonstrar como prevenir esse tipo de violência e reforçar a importância da cidadania no funcionamento do Tribunal do Júri.

Ao longo da iniciativa, os participantes puderam entender melhor o papel do Ministério Público na defesa da vida e da atuação do cidadão no julgamento de crimes dolosos contra a vida.

É fundamental conscientizar a população, especialmente os adolescentes, sobre temas como o combate ao feminicídio e outras formas de violência contra a mulher. Uma atividade prática sobre o Tribunal do Júri proporciona um aprendizado valioso

— O promotor de Justiça Thiago Riff, titular da Promotoria de Santana do Ipanema e idealizador da iniciativa.

O promotor ressaltou ainda que a intenção é ampliar o projeto para outras escolas da cidade, promovendo novas simulações de Júri e fortalecendo a consciência de cidadania e justiça entre os jovens.

A promotora de Justiça Shanya Dantas, que atua na cidade, participou da ação e destacou a relevância das simulações de Júri para explicar a atuação do Ministério Público e o poder do cidadão comum de decidir em nome da sociedade.

Como funciona o Tribunal do Júri

O Tribunal do Júri julga crimes dolosos contra a vida, garantindo participação popular por meio do Conselho de Sentença, formado exclusivamente por cidadãos. A seleção busca diversidade para que o acusado seja julgado por seus pares, promovendo decisões mais representativas da sociedade.

Fotos: Ascom/MPAL

Perspectivas e impacto social

Ao consolidar a prática em Santana do Ipanema, a iniciativa pode ampliar o alcance da educação cívica e fortalecer a compreensão pública sobre o papel do Ministério Público e do Tribunal do Júri, contribuindo para uma participação mais consciente da comunidade na Justiça.

Tags: Ministério Público, TribunalDoJuri, Feminicídio, EducacaoCivica, Santana do Ipanema Fonte: www.cadaminuto.com.br