Conflito no Oriente Médio: EUA e Israel intensificam ataques contra Irã
Em um movimento surpreendente, os Estados Unidos e Israel lançaram um ataque conjunto contra o Irã, intensificando as tensões já altas na região. A ofensiva foi anunciada pelo ministro da Defesa israelense, Israel Katz, e teve início na manhã do dia 28 de fevereiro de 2026.
As explosões foram ouvidas em Teerã, a capital iraniana, assim como em bases militares nos países vizinhos, como Bahrein, Kuwait, Emirados Árabes Unidos e Catar. O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que a operação visa mudar o regime dos ayatolás e instou o povo iraniano a tomar o poder ao final da ofensiva.
Objetivos e reações
A operação, considerada "massiva" por Trump, é a quarta vez que Israel se envolve diretamente em conflitos com o Irã nos últimos dois anos. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu que esta guerra teria uma intensidade maior em relação a conflitos anteriores, buscando eliminar a ameaça representada pelo governo iraniano.
Teerã, por sua vez, não hesitou em prometer uma resposta militar. Após o ataque, a internet e as comunicações foram interrompidas no país, aumentando as apreensões sobre as consequências dessa escalada militar. O porta-vozes do governo iraniano declarou que estão "preparados para defender a pátria" e que a resposta seria "decisiva".
A resposta do Irã também se manifestou em ataques e explosões nos Emirados Árabes Unidos, no Kuwat e em outras nações da região, onde se alegou que algumas ações foram direcionadas a instalações militares americanas.
Preparações e medidas de segurança
Israel declarou estado de emergência, fechando seu espaço aéreo e alertando a população sobre possíveis retaliações iranianas. Enquanto isso, a presença militar dos EUA na região foi reforçada com o envio de doze caças F-22, aumentando as preocupações sobre uma escalada ainda maior do conflicto.
O cenário atual destaca a crescente animosidade entre os dois países, que se intensificou ao longo dos anos, incluindo guerras cibernéticas e assassinatos de figuras importantes, resultando em um ambiente de insegurança na região.
Histórico e implicações futuras
Essa nova onda de violência entre Irã e Israel marca um momento crítico na geopolítica do Oriente Médio. Israel tem procurado capitalizar a fraqueza do regime iraniano, utilizando a atual condição interna e externa para avançar em seus objetivos de segurança e estabilidade na região.
A possibilidade de um novo regime na Irã, liderado por figuras como Reza Pahlavi, o filho do último xá, também foi mencionada como um cenário desejável para alguns líderes israelenses, que ainda buscam uma solução duradoura para o conflito. Eles acreditam que um colapso do regime atual consolidaria a supremacia israelense no Oriente Médio.
O futuro desse conflito permanece incerto, mas especialistas alertam que a escalada atual pode levar a consequências imprevisíveis e de longo alcance, tanto para as nações envolvidas quanto para a estabilidade da região como um todo.