Brasil é o sétimo país mais feliz do mundo, aponta estudo
O Brasil ocupa o sétimo lugar na lista dos países mais felizes do mundo, conforme revelado pela pesquisa Ipsos Happiness Report. O estudo, que entrevistou 23.268 pessoas em 29 países, revela que 28% dos brasileiros se consideram "muito felizes". Este número representa um aumento de dois pontos percentuais em comparação ao ano anterior, demonstrando uma leve tendência de crescimento no índice de felicidade no país.
Apesar do dado positivo, a pesquisa também revela que 20% da população brasileira se sente "não muito feliz" ou "nada feliz". As razões para a felicidade e infelicidade no Brasil são intrigantes e mostram um panorama complexo da vida cotidiana. A felicidade é fortemente associada ao amor e à espiritualidade, enquanto a insatisfação está diretamente ligada à situação financeira.
Na classificação dos países mais felizes, o Brasil está atrás da Indonésia, que lidera com 86% de contentamento entre os entrevistados, seguida pelos Países Baixos (84%), México (83%) e Colômbia (83%). Veja abaixo a lista completa:
- Indonésia
- Países Baixos
- México
- Colômbia
- Malásia
- Tailândia
- Brasil
- Espanha
- Bélgica
Entre os que se consideram muito felizes, os homens predominam, somando 29% nesse grupo. No entanto, ao considerar a categoria mais ampla de pessoas que se dizem felizes, as mulheres lideram com 54%, em comparação com 50% dos homens. Para os brasileiros, sentir-se amado é o principal fator que contribui para a felicidade, representando 34%. Outros aspectos relevantes incluem a saúde física e mental, além do relacionamento com família e filhos.
Um dado alarmante é que o Brasil foi o país que mais mencionou a fé religiosa e a espiritualidade como determinantes da felicidade, com 22%, em comparação à média global de 10%. Globalmente, a felicidade tende a cair após os 50 anos, mas no Brasil, a felicidade entre aqueles de 50 a 74 anos é notavelmente alta, com 82% se considerando muito felizes, a maior média entre todas as faixas etárias.
Por outro lado, a Geração Z é onde se encontra a maior proporção de brasileiros que afirmam estar "nada felizes", totalizando 6%. Quando questionados sobre as causas de sua infelicidade, 54% atribuem à situação financeira, um pouco abaixo da média mundial de 57%. A saúde mental e bem-estar vêm em seguida, com 37%, enquanto condições habitacionais ou de vida são mencionadas por 27% dos entrevistados.