Agro brasileiro expande mercados internacionais para 29 produtos
O agronegócio brasileiro está em plena expansão, abrindo novos mercados em diferentes partes do mundo. Nos primeiros 17 dias de abril, o setor conquistou acordos de exportação para pelo menos 29 produtos em nove países, conforme informado pelo Ministério da Agricultura.
As exportações do setor atingiram um total de US$ 38,1 bilhões no primeiro trimestre de 2026, um crescimento de 0,9% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Este valor marca um recorde histórico para o agronegócio brasileiro, que continua se destacando no cenário internacional.
A lista dos países que abriram suas portas para os produtos brasileiros inclui:
- Etiópia:
- Sementes de forrageiras (espécies Brachiaria spp., Panicum spp., Setaria spp.)
- Carne bovina
- Carne suína
- Carne de aves
- Produtos cárneos e miúdos
- Alimentos para animais de companhia
- Produtos lácteos
- Pescado extrativo e de cultivo
- Produtos para alimentação animal de origem não animal
- Palatabilizantes (aditivos que melhoram aroma, sabor, textura e atratividade de rações animais)
- Alevinos
- Ovos férteis
- Bovinos vivos para abate, engorda e reprodução
- Sêmen e embriões de caprinos e ovinos
- Pintos de um dia
- Arábia Saudita:
- Abacate
- Atemoia
- Goiaba
- Carambola
- Citros
- Gengibre
- Mamão
- Maracujá
- Melancia
- Vietnã:
- Miúdos bovinos (coração, fígado e rins)
- Pé e miúdos suínos
- El Salvador:
- Maçã
- Carne de frango termoprocessada
- Azerbaijão:
- Uvas
- Jordânia:
- Feno
- Angola:
- Oócitos ovinos e caprinos
- Peru:
- Sementes de pimenta (espécie capsicum baccatum, incluindo variedades como dedo-de-moça, pimenta-cumari, cambuci)
- Filipinas:
- Grãos secos de destilaria de milho (para alimentação animal)
Os resultados indicam não apenas um avanço na diversificação dos produtos exportados, mas também uma consolidação do Brasil como um importante player no mercado agrícola global. A expectativa é que o país continue a estabelecer novos acordos e ganhar espaço em mercados ainda não explorados. O desempenho contínuo do agronegócio brasileiro promete significativamente contribuir para a economia nacional ao longo de 2026 e além.