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Margens empresariais no Brasil superam níveis pré-crise

Por Autor Redação TNRedação TN
19/02/2026 22h00

Margens empresariais se mantêm acima dos níveis pré-crise de preços.. Reprodução: Elpais

Margens empresariais no Brasil superam níveis pré-crise

Os margens empresariais das companhias brasileiras têm mostrado um comportamento interessante nos últimos anos. Apesar da inflação e das diversas crises econômicas, esses margens estabilizaram em níveis bem superiores aos observados antes das flutuações de preços. Atualmente, analisando os dados recentes, podemos observar que os margens atingiram 12,8%, em um patamar semelhante ao do ano anterior, onde foi registrado um máximo histórico de 12,9%, cerca de dois pontos acima dos índices pré-Covid.

Vários setores, como o energético e o de hospitalidade, vêm apresentando uma desaceleração em seus rendimentos após picos elevados em 2022. Contudo, esses setores ainda operam em níveis consideravelmente altos em comparação com a fase anterior à crise. Por outro lado, o comércio varejista e o setor imobiliário marcam desempenhos recordes, enquanto algumas áreas, como a indústria alimentícia, experimentam uma queda.

Antes das crises, os margens corporativos eram bem mais estáveis, variando entre 10% e 11%. Isso significa que, enquanto antes os empresários ficavam com cerca de 10 ou 11 reais a cada 100 vendidos, hoje esse valor subiu para cerca de 13 reais, um aumento próximo a 30%. Um fator crucial que contribuiu para essa mudança é o aumento generalizado de preços e serviços nos últimos anos, onde algumas empresas conseguiram transferir eficácia esse aumento para os preços de venda, melhorando assim seus rendimentos.

Com as primeiríssimas elevações da inflação em 2021, originadas do desajuste entre demanda e oferta no pós-confinamento, a crise energética desencadeada pela invasão da Ucrânia também teve um papel significativo neste cenário. A inflação escalou a níveis alarmantes, fazendo com que muitas empresas alcançassem lucros recordes, superando a barreira dos 12% de margem, e em 2024, essa marca chegou a impressionantes 12,9%.

“As empresas conseguiram transferir o aumento de custos para os preços, embora nem todas tenham feito isso com a mesma intensidade e consolidaram margens superiores aos níveis que tinham antes da crise inflacionária”, resume um especialista econômico.

Contudo, é importante destacar que o margin empresarial, apesar de ser um indicador de lucro, não equaciona todos os custos que impactam as organizações, uma vez que não considera impostos, juros ou amortizações. No entanto, é um sinal positivo para futuras receitas.

A venda total das cerca de 980 mil empresas analisadas, segundo dados da receita federal, alcançou um recorde de 2,6 trilhões de reais no último ano. Além disso, o valor agregado bruto, que reflete a riqueza criada pelos processos produtivos, continua em ascensão.

O setor imobiliário é um dos que se destaca, impulsionado pelo aumento no valor das propriedades, que já alcançaram os níveis de pico da bolha imobiliária dos anos 2000, atingindo 29,1% de margem em 2023, quase cinco pontos acima do padrão pré-pandemia. Além disso, o comércio varejista também protagoniza resultados expressivos, com margens que chegam a 7,6% em supermercados e 6,4% em negócios especializados.

Por outro lado, a indústria alimentícia viu uma queda em seu desempenho, reduzindo de 11,2% em 2024 para 9,9%. Os margens das empresas do setor de fornecimento de eletricidade e gás também estão acima dos níveis pré-crise inflacionária, alcançando 21,8%, embora tenham diminuído em relação ao recorde posterior a 2022, que foi de 24,8%. Já a área de hospitalidade manteve margens de 16,5%, embora também tenha experimentado um recuo em relação aos patamares recordes do ano anterior.

Tags: Margens Empresariais, Economia Brasileira, Setor Imobiliário, Setor Energético, Comércio no Brasil Fonte: elpais.com

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