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Críticas de direita à proposta de Boulos para entregadores dominam redes

Por Autor Redação TNRedação TN
14/03/2026 13h01

Boulos, ministro da Secretaria-Geral, discute piso para entregadores em Brasília. Reprodução: Oglobo

Proposta de Piso Salarial para Entregadores Enfrenta Críticas

A proposta de Guilherme Boulos, ministro da Secretaria-Geral da Presidência, para um piso salarial de entregadores de aplicativos, gerou uma onda de críticas vindas de parlamentares e influenciadores de direita. A proposta, que sugere um piso de R$ 10 por entrega, além de adicionais por distância e tempo de espera, foi rapidamente atacada como uma medida que poderia encarecer o serviço de delivery para os consumidores.

Boulos, por sua vez, defende que a intenção da proposta é garantir uma remuneração justa e digna para os trabalhadores do setor, e não provocar um aumento nos preços para os usuários dos aplicativos. "O que estamos defendendo é que os entregadores possam ter uma remuneração digna", afirmou Boulos em suas redes sociais, ao rejeitar as acusações de que estaria instituindo uma taxa adicional para os consumidores.

Um estudo do Instituto Arquimedes revelou que cerca de 92% das reações na internet a respeito da proposta foram negativas, com uma narrativa predominante de que o projeto elevaria os preços das entregas. A leitura negativa foi impulsionada por deputados da oposição e influenciadores, que associaram diretamente a proposta a um aumento nos custos dos serviços de entrega. O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e a deputada federal Caroline de Toni (PL-SC) foram alguns dos críticos que propagaram essa ideia em suas redes sociais.

Diante das muitas críticas, Boulos utilizou suas plataformas digitais para contrabalançar a narrativa negativa. Ele destacou que a proposta não inclui qualquer tipo de imposto ou taxa a ser paga pelos consumidores, garantindo que a intenção principal é a valorização do trabalho dos entregadores. "Não há previsão de criação de imposto ou cobrança adicional ao consumidor", reiterou o ministro. Em um vídeo, ele comentou que algumas plataformas já pagam cerca de R$ 7,50 por entregas de até quatro quilômetros e afirmou que a proposta é uma resposta às legítimas reivindicações da categoria.

A Reação das Redes Sociais

A análise do Instituto Arquimedes também apontou que a narrativa crítica se estruturou de maneira rápida e eficiente nas redes sociais. Entre 11 e 12 de março, aproximadamente 30 mil publicações comentaram sobre o tema, e a maioria se concentrou na ideia de que a proposta resultaria em custos adicionais para o consumidor, desviando o foco da discussão sobre direitos trabalhistas.

O debate, nas plataformas digitais, acabou se centrando mais na percepção de aumento de custos do que nas melhorias nas condições de trabalho dos entregadores. "A proposta foi absorvida publicamente como tema de preço, não de proteção social", constataram os pesquisadores.

Determinantes da Proposta

O projeto em questão não só visa estabelecer um valor mínimo de remuneração, mas também prevê melhorias nas condições de trabalho dos entregadores. Portanto, inclui a obrigação das plataformas de contratar seguros contra acidentes pessoais e danos materiais, além de garantir infraestrutura de suporte para trabalhadores, como pontos de apoio com instalações adequadas.

Essa questão se torna ainda mais relevante em um momento em que o trabalho por aplicativo está em expansão, mas os direitos dos trabalhadores raramente são discutidos de forma ampla. Boulos argumenta que nunca é aceitável permitir que trabalhadores continuem com remunerações que não garantem o mínimo de dignidade.

Apesar da resistência perante a proposta, Boulos afirmou que os valores foram definidos com base em referências do mercado e as necessidades dos trabalhadores, e que a ideia é de equidade entre as partes envolvidas. Ele também propôs a criação de um comitê tripartite para revisar periodicamente os valores da remuneração, envolvendo representantes do governo, trabalhadores e empresas.

No entanto, as plataformas digitais e uma parte do Congresso continuam a visualizar a criação desse piso salarial como uma ameaça ao modelo de negócios, alegando que poderia inviabilizar suas operações. Essa oposição poderá afetar a condução do projeto nas futuras discussões no Parlamento.

Ao final, o cenário em torno da proposta evidencia um debate mais amplo sobre os direitos trabalhistas e a regulação do trabalho em um mundo cada vez mais digital. A resistência à proposta sugere uma polarização política que se manifesta nas redes sociais, destacando a necessidade de um diálogo mais profundo e construtivo sobre o futuro do trabalho por aplicativo no Brasil.

Tags: Trabalho e Direitos Humanos, Piso Salarial para Entregadores, Regulação de Aplicativos, Influência nas Redes Sociais, Debate Público Fonte: oglobo.globo.com

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