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Fernando Haddad oficializa candidatura ao governo de SP

20/03/2026 21h00

Haddad em caravana com prefeitos e discurso em sindicato no Dia D da candidatura.. Reprodução: Oglobo

Fernando Haddad oficializa candidatura ao governo de SP

Em um evento significativo, Fernando Haddad anunciou sua candidatura ao governo de São Paulo, em meio a uma série de atividades ao lado do presidente Lula e ministros. A estratégia do PT é similar à adotada há quatro anos, quando Haddad chegou ao segundo turno, porém perdeu para Tarcísio de Freitas. A campanha destaca a reforma tributária e a isenção do Imposto de Renda, enquanto Haddad busca fortalecer laços com prefeitos e enfrentar o favoritismo de Tarcísio.

O anúncio da candidatura do ex-ministro da Fazenda se deu em meio a um périplo de autoridades federais no estado, ao lado do presidente Lula, nesta quinta-feira, 19. O PT repete, assim, a estratégia eleitoral adotada anteriormente, quando o político chegou ao segundo turno, mas foi derrotado pelo atual ocupante do cargo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Lula e uma comitiva de 15 ministros participaram, pela manhã, da abertura de evento com prefeitos paulistas, denominado “Caravana Federativa”, que procura aproximar os gestores locais do governo federal com estandes de vários ministérios, da Caixa Econômica Federal e do BNDES. A ideia, segundo a comunicação federal, é orientar os prefeitos e acelerar pedidos de repasses e convênios para obras de saúde e educação e ações de transparência.

Os discursos, contudo, já colocavam a campanha de Haddad na rua desde cedo. Lula chamou o aliado de “ministro mais exitoso” da história da Fazenda, em razão da aprovação da reforma tributária “que há 40 anos se esperava”. Em outro momento, ele criticou o governo Tarcísio, afirmando que o adversário do PT mantém uma relação conflituosa com os gestores municipais. “Pelo que estou sabendo”, disse Lula, “os prefeitos de São Paulo são mal recebidos pelo governo do estado”.

Haddad foi mais contido e, ao se dirigir à plateia, exaltou o “municipalismo” e a “retomada do pacto federativo”, afirmando que uma boa relação com os municípios é vital para o governo. “Sem o pacto federativo ter sido recuperado, nós não teríamos chegado até aqui. Estamos falando que era muito difícil, nas condições econômicas herdadas, fazer a economia crescer o dobro da média dos dez anos anteriores a 2023, como conseguimos”, declarou Haddad em seus momentos finais como ministro.

A disputa pela “paternidade” de obras executadas pelo estado que contam com recursos da União também deve aparecer com frequência. Lula já adiantou isso ao reclamar que Tarcísio “anuncia como se fosse dele” obras como o Túnel Santos-Guarujá, o Trem Intercidades que vai ligar a capital a Campinas e expansões nas linhas de metrô. “É dinheiro financiado pelo BNDES em nome do governo federal”, apontou Lula.

O presidente não foi o único a elogiar o agora pré-candidato ao Executivo do estado. O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) agradeceu pelo trabalho de Haddad com relação à alteração das regras tributárias e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês, projetos que tiveram aprovação do Congresso.

A pauta do Imposto de Renda também foi mencionada por Gleisi Hoffmann, ex-presidente do PT e atual ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais.

Na parte da tarde, Lula e seus auxiliares se dirigiram a São Bernardo do Campo, cidade na região metropolitana. A primeira agenda foi uma homenagem ao ex-presidente uruguaio Pepe Mujica, falecido em maio do ano passado. A Universidade Federal do ABC (UFABC) concedeu a ele o título de “Doutor Honoris Causa”, entregue a familiares presentes no ato.

A confirmação da candidatura de Haddad, esperada desde a semana passada, veio por meio de um pronunciamento no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. É lá que o líder petista iniciou sua trajetória política como dirigente da categoria, organizando greves de operários no final da década de 1970, que resultariam na fundação do PT.

Sem as amarras do cerimonial do Planalto, o tom contra o governador e o seu padrinho político, o ex-presidente Jair Bolsonaro, foi contundente. Lula relatou como convenceu Haddad a entrar na disputa: “Eu tive uma conversa com Haddad e disse o seguinte: a situação política do Brasil e do mundo é tão grave que, se não pegarmos as melhores pessoas que temos em cada estado e fazermos a luta pela democracia, corremos o risco de entregar mais uma vez a democracia na mão dos fascistas que fizeram um estrago tão grande”, contou Lula.

Haddad afirmou que entra na disputa para ganhar e que foi escolhido após um debate sobre o “melhor arranjo para apresentar a São Paulo, com as melhores chances de vitória e transformação do nosso estado”. “Não disputo eleição para barganhar nada, mas para ganhar. A vitória política é sempre possível, basta se apresentar de cara limpa, com um bom projeto que vai angariar apoio e despertar as pessoas. Vamos ter um debate duro pela frente, mas que pode resultar nesse despertar tão importante para o povo paulista”, declarou o pré-candidato. Ele também rejeitou a afirmação de que estaria indo “para o sacrifício” ao ir às urnas: “Eu não aceito viver em um país tão desigual. Dedicar uma parte da minha vida a essa causa jamais será visto por mim como um sacrifício”, afirmou.

Haddad agora enfrenta o desafio de reverter o favoritismo de Tarcísio nas pesquisas eleitorais, além de oferecer um palanque competitivo para o presidente Lula na eleição presidencial, em que o senador Flávio Bolsonaro (PL), do Rio de Janeiro, aparece como principal adversário. São Paulo concentra mais de 20% dos eleitores do país.

O ministro da Fazenda resistiu por meses a aceitar a tarefa, mas recebeu um pedido direto do presidente e foi convencido de que sua participação no pleito era necessária. Aliados afirmam que a preocupação não era apenas perder novamente nas urnas, representando a quarta derrota consecutiva, mas também por estar inserido em uma agenda nacional, onde se vislumbra uma possível sucessão em 2030.

A pesquisa Datafolha, realizada entre os dias 3 e 5 de março, indicou que Haddad seria o candidato ideal, em vez do vice-presidente Geraldo Alckmin ou dos ministros do Empreendedorismo, Márcio França, e do Planejamento, Simone Tebet. Ele foi o candidato lulista que melhor pontuou nas simulações de primeiro turno, com 31% das intenções de voto, contra 44% de Tarcísio.

A estratégia do PT na campanha paulista inclui martelar dados econômicos favoráveis, como a queda da taxa de desemprego, o crescimento da renda salarial média e o controle da inflação, além de medidas como a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês e a reforma tributária, já aprovadas no Congresso.

No entanto, Haddad precisará desgastar o governo Tarcísio para tentar sair vencedor nas urnas ou, ao menos, garantir uma segunda rodada. Da mesma forma, Tarcísio demonstrou disposição de nacionalizar a disputa e ensaiou críticas diretas à gestão econômica de Haddad, afirmando que o ministro “contratou uma crise fiscal” para o futuro ao gastar demais e “criou um imposto a cada 30 dias”.

Sobre esse ponto, o ministro rebate dizendo que inverteu a lógica de tributação ao cobrar dos mais ricos, em vez da “base da pirâmide”. Haddad pretende se afastar de agendas públicas nos próximos dias antes de se dedicar totalmente à pré-campanha, e será substituído na Fazenda pelo secretário-executivo Dario Durigan. O novo ministro já teve sua atuação elogiada em matérias como a reforma tributária e o pacote fiscal, e terá como um dos primeiros desafios ajudar a conter uma greve de caminhoneiros em razão da alta no preço dos combustíveis.

Tags: Eleições 2024, Fernando Haddad, Governo de São Paulo, Reforma Tributária, PT
Fonte: oglobo.globo.com
Por Autor Redação TNRedação TN

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