A Polícia Civil de São Paulo está em busca de respostas sobre a morte da influenciadora digital Bárbara Jankavski Marquez, conhecida como Barbie humana, completando uma semana desde o fatídico dia 2 de setembro. Encontrada sem vida na residência do defensor público Renato De Vitto, na Lapa, Zona Oeste da capital paulista, a situação gerou vários questionamentos quanto às circunstâncias que levaram ao seu falecimento.
A investigação em curso no 7º Distrito Policial da Lapa foca em várias hipóteses sobre a origem da morte de Bárbara. Entre os aspectos que a polícia está analisando estão a possibilidade de sexo pago, uso de drogas, um possível infarto e até mesmo lesões que a apresentava em seu corpo. As investigações buscam esclarecer se sua morte foi natural, acidental ou criminosa.
De acordo com o boletim de ocorrência, a influenciadora teve uma morte súbita, sem uma causa imediatamente aparente. O laudo da Polícia Técnico-Científica é aguardado para determinar a real causa de seu falecimento, o que ainda não foi divulgado.
Renato De Vitto relatou que Bárbara foi convidada para sua casa após ter sido contratada como garota de programa. Ele mencionou que consumiram substâncias ilícitas juntos antes dela cair no sono durante um programa de televisão. Quando se deu conta de que ela não estava se movendo, tentou entrar em contato com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que orientou a realizar manobras de reanimação. Contudo, quando a ambulância chegou, o médico constatou sua morte.
As circunstâncias do que aconteceu na residência de De Vitto, uma casa de dois andares, são intrigantes. As autoridades foram notificadas após um chamado do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), que informava sobre um encontro de cadáver. Chegando lá, encontraram Bárbara em uma condição alarmante, com lesões e apenas vestindo uma calcinha.
Uma companheira do defensor público esteve na casa durante aquele período, mas não presenciou a morte de Bárbara. Segundo ela, a influenciadora teria escorregado e caído, o que poderia ter causado a lesão no olho que foi encontrada. Agora, a polícia investiga mais a fundo se a morte se deu por causas naturais, um acidente ou se implicou um crime.
Para esclarecer a situação, a polícia aguarda os laudos médicos que podem indicar a causa da morte. Se o exame indicar que a morte foi natural, o caso poderá ser arquivado. No entanto, se as circunstâncias demonstrarem que houve um acidente ou overdose, novas investigações serão realizadas, podendo levar à responsabilização de indivíduos que possam ter contribuído para o incidente.